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Saúde

A Igreja também cumpre seu papel social ao abordar temas relevantes e importantes para a comunidade.

Clérigos, membros e visitantes da Igreja Metodista Wesleyana do Xaxim se reuniram no dia 23 de abril de 2023 para participar do Culto do Autismo.

Com a presença da psicóloga, Dra. Flávia Affonso, como preletora, o culto teve como objetivo trazer conscientização sobre o que é o autismo, mostrar que os autistas também precisam de Jesus, e como a igreja pode ser inclusiva.

A Igreja Metodista Wesleyana do Xaxim é conduzida pelo Pr. William Novais e sua esposa, a Missionária Eliane Novais, e também pelo Pr. Alexandre Moutinho e sua esposa, a Missionária Cristiane Moutinho.

Durante a celebração, a preletora pregou uma mensagem inspirada por Deus, sempre fazendo conexões com o autismo e outras condições atípicas.

O Culto do Autismo teve como objetivo principal desmistificar conceitos errôneos sobre o autismo, incluindo-o como parte da diversidade humana e acolhendo as pessoas com autismo na igreja. A iniciativa da igreja de dedicar um culto específico ao tema demonstra a importância da inclusão e da conscientização sobre o autismo na sociedade.

A iniciativa da Igreja Metodista Wesleyana do Xaxim em realizar um culto dedicado ao tema do autismo é fundamental para a inclusão e respeito às diferenças. Muitas vezes, as pessoas com autismo são vistas como diferentes e excluídas da sociedade, inclusive  pela igreja. Um culto como esse é uma oportunidade de aprendizado para todos, incluindo os próprios membros da igreja, para que possam se conscientizar sobre o tema e, assim, criar uma igreja inclusiva e amorosa para todos.

Além disso, a igreja também cumpre seu papel social ao abordar temas relevantes e importantes para a comunidade. A conscientização sobre o autismo é essencial para a inclusão dessas pessoas em todos os aspectos da sociedade. A igreja, como instituição que visa o bem­-estar das pessoas, deve ser um espaço acolhedor e inclusivo para todos, independentemente de suas condições ou peculiaridades.

O culto também contou com o testemunho do Pb. Alan Lopes e sua esposa, a Diaconisa Léa Lopes, que compartilharam as alegrias e desafios de serem uma família com uma criança autista.

Por fim, um culto como esse também é uma oportunidade para que as famílias que lidam com o autismo possam se sentir acolhidas e compreendidas. Muitas vezes, essas famílias enfrentam dificuldades e preconceitos em seu dia a dia, e ter um espaço onde possam se sentir compreendidas e apoiadas é extremamente importante.

A igreja, como uma comunidade de fé, pode ser um grande apoio para essas famílias, oferecendo um espaço de amor, compaixão e inclusão. Ao final da celebração, os fiéis se sentiram inspirados a levar adiante a mensagem de inclusão e amor que foi compartilhada no culto.

DEPOIMENTO DOS PAIS DO LORENZO:

Começamos a investigação do Lorenzo aos 3 anos, pelo atraso de fala. Aos 4 anos tivemos o diagnóstico de Autismo nível 2, a partir daí começamos nossa jornada de terapias para proporcionar uma vida melhor ao nosso filho.

As lutas são diárias, os obstáculos são muitos, mas nós os enfrentamos com coragem e fé. 

A sociedade tem papel fundamental na vida das pessoas autistas ou qualquer outra deficiência, a sociedade precisa estar preparada, informada e capacitada para acolher, respeitar e dar qualidade de vida à todos. 

A igreja entra com grande importância nessa jornada, sendo apoio fundamental e base de acolhimento para as famílias.

Continuem esse lindo trabalho.

Com amor, Pâmella, Lucas e Lorenzo.

A VISÃO DA IGREJA – A VISÃO DO HOMEM E A VISÃO DE CRISTO

Um dos fatores que me influenciaram em realizar este culto sobre a conscientização mundial do autismo, como também em iniciar projetos em Pinhalão com PCDs ( com os demais portadores de deficiência ), foi a preocupação ao olharmos para a igreja e não encontrar autistas, paralíticos, cegos, surdos, mudos, etc..em um número expressivo, já que a estatísticas e percentual destes é enorme em nossa sociedade.
 A igreja precisa repensar sobre o seu propósito, quando ela foi chamada para acolher com qualidade e responsabilidade. Quem ama de verdade o seu próximo , o acolhe. Jesus nos ensinou a incluir todos.
Quando estavam frente a frente à Jesus, Ele não lançou um olhar furioso de santidade, não usou palavras ofensivas como estamos vendo hoje. Mas Ele acolheu, curou, alimentou, libertou, incluiu e ensinou como a sociedade deveria trata-los. Com muito amor.
Jesus não rejeitou ninguém, sendo esse pecador ao extremo, sujo, limpo. Letrado ou não, Cego, coxo ou seja, " mas a todos quantos o receberam, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus, ou seja, aos que crêem no seu Nome".
Isso é o maior exemplo de inclusão, o restante é somente querer sair na self. Precisamos como igreja nos preparar para receber todos estes que estão cansados de si mesmos, de serem deixados para trás e aqueles que não veem onde se achar.
A igreja verdadeira de Cristo é um lugar onde semeia a vida e o amor, mesmo no meio de medos e incertezas desses familiares que estão sendo esquecidos não só pelas igrejas, mas por muitos segmentos da sociedade.
Finamente, resta uma pergunta a fazer: Se Jesus Cristo vivesse hoje em 2023, Como e quem seriam os membros de sua igreja?. Fico a pensar que os cegos, surdos, mudos, coxos, doentes, autistas, paralíticos etc..., seriam em maior parte os membros que comporiam a membresia da Igreja de Cristo. E nós os “ perfeitos “ seríamos os que seriam incluídos nesta igreja através do amor de Cristo.

Paulo Cesar Carlos de Faria – Pastor Titular da IMW Pinhalão – 5a. Região

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